Práticas Espíritas

Segundo a Doutrina Espírita, somos Espíritos encarnados que podem e devem exercitar suas faculdades espirituais e se relacionarem com o plano invisível.
Para colocar esta teoria em prática, temos: a prece, o estudo, a ação sobre os fluidos (vibrações, passes, água fluidificada) e o intercâmbio mediúnico.
Todas essas práticas espíritas, por serem uma aplicação do Espiritismo, têm de ser:

  • Sinceras: baseadas em verdadeira fé (convicção pelo conhecimento) e no verdadeiro sentimento, sem o que não serão eficazes;
  • Simples: sem necessidade de nenhuma fórmula ou exterioridade, pois o que age é o pensamento e a vontade;
  • Visando ao bem: o cumprimento da vontade divina, que se expressa nas leis naturais e se resume em “amor a sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”, “fazendo o bem e evitando o mal”.

Essa é a adoração a Deus “em espírito e em verdade” que Jesus recomendou. Ele a exemplificou orando, ensinando, agindo sobre os elementos (curas e prodígios) e sobre os seres (encarnados ou não) sem usar nenhum gesto, palavra ou apetrecho ritualístico, sem recorrer a nenhuma fórmula ou condicionamento exterior. E alcançava os mais excelentes resultados.
Nas práticas espíritas, atendamos à recomendação de Jesus e sigamos o seu exemplo, e também alcançaremos bons resultados, os melhores que nosso estado evolutivo permitir.

Práticas não-espíritas
Assim se denominam aquelas práticas que nada têm a ver com o Espiritismo, ou seja, com sua doutrina, com os seus princípios.
São práticas estranhas em que se adotam crendices, superstições e exterioridades.
Além de inúteis espiritualmente, podem ser nocivas e fanatizantes.
Entretanto, merecem nosso respeito, bem como todos os que as realizam.
Veja o que dizem os espíritos André Luiz e Emmanuel sobre práticas estranhas, no livro Opinião Espírita.
O que é importante é sabermos que não as devemos trazer para a Casa Espírita.

Terapias Alternativas novo
Veja também o que diz a benfeitora Joanna de Ângelis sobre terapias alternativas, no livro Plenitude. Embora respeitáveis, não são práticas Espíritas e não devem ser trazidas para a Casa Espírita.

Referências:
– Aulas 32 e 33 do livro “Reuniões Mediúnicas”, de Therezinha Oliveira
– “Esclarecendo Dúvidas“, publicação do CFN da FEB