Evangelização Infantil

A Evangelização Infantil acontece na Seara

às quartas-feiras das 20 às 21 horas

aos sábados das 10 horas às 11 horas

Escolha o melhor dia: quarta-feira ou sábado.

Programa: Composto dos ensinamentos do Evangelho de Jesus, à luz da Doutrina Espírita.

Todos os temas estão de acordo com as faixas etárias;

Todas as aulas terão parte teórica e atividade relativa ao tema abordado.

Os temas das aulas poderão sofrer modificações, de acordo com a necessidade.

Participantes – crianças a partir dos 3 anos de idade (as idades mínimas serão consideradas aquelas completadas até março de 2017).

Observação importante: Crianças com menos de 3 anos não poderão participar da Evangelização, pois nessa idade necessitam do acompanhamento dos pais ou de um responsável, o que prejudica o aproveitamento dos evangelizandos, criando dificuldades para os evangelizadores.


 A Missão dos Pais

 “Pode-se considerar uma missão a paternidade?” LE-Q 582

 “É, sem contestação possível, uma verdadeira missão. É ao mesmo tempo grandíssimo dever e que envolve, mais do que o pensa o homem, a sua responsabilidade quanto ao futuro.”

 “Os espíritos dos pais têm por missão desenvolver os dos seus filhos pela educação. Constitui-lhes isso uma tarefa. Tornar-se-ão culpados, se vierem a falir no seu desempenho.” LE- Q 208

Nos livros da Codificação os Espíritos falam claramente sobre a seriedade do compromisso espiritual assumido pelos pais e mães, quando possibilitam a um Espírito a chance de encarnar.

A lei divina dá ao Espírito a oportunidade de renascer junto aos seres que têm condições de ajudá-lo a realizar seu aprimoramento. Para isso, ele recebe um organismo físico apropriado às experiências que necessita realizar e um grupo familiar inserido num meio material e social com características que o estimularão a exercitar as capacidades e os sentimentos que veio treinar.

Portanto, a responsabilidade dos pais na educação dos filhos é imensa e vai muito além da preocupação de oferecer-lhes alimento, vestuário, conforto, escola. A principal tarefa dos pais é a de desenvolver nos corações filiais os bons sentimentos, valores e virtudes que os orientarão e lhes iluminarão os caminhos.

O compromisso paterno aumenta quando o horizonte de entendimento se dilata pela compreensão das realidades espirituais trazidas pelo Espiritismo. Com o uso desse imenso manancial de recursos, para os pais espíritas, o trabalho educativo se aprofunda, ganha novas dimensões e possibilidades de acerto.

Compete aos pais aproveitarem essa profusão de ensinamentos para desenvolver o caráter de seus tutelados e ministrar-lhes as noções religiosas imprescindíveis com a finalidade torná-los pessoas de bem.

Nessa tarefa os pais não estão sozinhos: na Casa Espírita encontram tanto para si como para os filhos a escola da alma que os amparará e iluminará na grande missão a cumprir.

Encaminhem seus filhos para a Evangelização Infantil e se forem jovens de 12 a 14 anos para a Pré-mocidade.

Que orientação os Amigos Espirituais dariam aos pais espíritas em relação ao encaminhamento dos filhos à Escola de Evangelização dos Centros Espíritas?

Informa-me Joanna de Ângelis que, na condição de pais e orientadores, temos a preocupação de oferecer a melhor alimentação aos filhos e aos nossos educandos; favorecê-los com o melhor círculo de amigos; vesti-los de forma decente e agradável; encaminhá-los aos melhores professores, dentro da nossa renda; proporcionar- lhes o mais eficiente médico e os mais eficazes medicamentos quando estejam enfermos; conceder- lhes meios para a manutenção da vida; encaminhá-los na profissão que escolham… É natural que, também, tenhamos a preocupação maior de atendê-los com a melhor diretriz para uma vida digna e um porvir espiritual seguro, e esta rota é a Doutrina Espírita. Portanto, encaminhemo-los às Escolas de Evangelização dos Centros Espíritas, ou, do contrário, não estaremos cumprindo com as nossas obrigações.

Divaldo Franco, inspirado por Joanna de Ângelis, conforme declara em correspondência enviada ao presidente da FEB em 23 de Agosto de 1982, onde responde ao questionário que lhe foi proposto sobre a importância da Evangelização infanto-juvenil.